Continuando a folhear o álbum, reparo que nesta sequência de imagens, o tempo parece ter sido sugado de tal maneira, que enquanto na página anterior ainda me considerava uma criança no auge do meu ego, nesta já se projecta algo mais próximo do que sou neste momento.
A adolescência. Um cessar constante de metamorfoses, embora ainda sinta que nunca saí da soturna crisália.
Talvez porque nunca deixará de ser constante memória.
se neste texto está uma porção da simone, fizeste um bom trabalho em mascará-lo.
ResponderEliminarserá sempre uma memória, até aos fins dos teus dias manterás o que sabes como o que viste, em memória distorcida, muito ao pouco, dependendo da velhice, da vida que levarás.
secalhar era a irmã que a odiava a ela. secalhar o sentimento era mútuo, é sempre bom ser assim. gostava de arranjar alguém que me odiasse tanto como eu o odiasse.
ResponderEliminarmas não sou capaz. sei isso.
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