A morte espera-nos do fundo do copo.
Silenciosamente apercebemo-nos da ridícula barreira com que nos deparamos.
Aquele círculo é o pano de fundo encarnado que esconde a verdadeira cena, o verdadeiro acto suplicante.
Tem-se um certo pressentimento que algo se repete, talvez seja apenas nas palavras.
Por vezes a última gota, é deixada para trás, no fundo de um copo. Posteriormente ganha-se a sensação martirizante de um abandono inacabado.
Que bem que sabe um pouco de propositada angústia nos nossos dias.
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