Como uma esponja, absorvo tudo aquilo com que me deparo.
Estaticamente observo.
Uma fusão de alegorias incidem sobre mim, reentrando-me na quente pele, na alma desesperada, no coração dormente.
Deixando sentimento algum, que perdura até a separação se unir numa só, tornando-se no já esperado real.
Mesmo fingindo não ver, fugimos.
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