segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

num dia provavelmente banal, a morte dava-se às sete e meia da manhã.
Não foi astuta, fez barulho, a vítima fugiu.


agora só lhe resta agradecer a uma força divina.


o último som ouvido, no pensamento ficará retido


até mesmo o do comboio

5 comentários:

  1. acho que e´´ uma m´´a hora para a morte se manifestar, realmente tem de ter muito cuidado onde p~~oe os p´´es.

    deve ser s´´ubita como uma faca durante o almoço de domingo

    . cada vez me fascina mais o assass´´inio, ´´e chato.


    podiamos criar um conjunto de cifras, vamos pensar nisso. simbolos.


    realmente est´´as com um pensamento muito cinematogr´´afico.

    ResponderEliminar
  2. o pensamento de estares a falar a se´´rio d´´a-me dores de barriga.



    tens de ter cuidado, tanto a atravessar linhas de comb´´oio, como a escreveres-me coisas de tem´´atica religiosa.

    ResponderEliminar
  3. tem respeito pelas forças da terra, essas geralmente t^^em a habilidade de matar.

    ResponderEliminar
  4. vista a partir dos outros momentos, os teus traços físicos têm tendência a tornarem-se tão abstractos na minha concepção da memória que tenho de ti.

    ResponderEliminar