num dia provavelmente banal, a morte dava-se às sete e meia da manhã.
Não foi astuta, fez barulho, a vítima fugiu.
agora só lhe resta agradecer a uma força divina.
o último som ouvido, no pensamento ficará retido
até mesmo o do comboio
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
o que ana fez a seguir
Continuando a folhear o álbum, reparo que nesta sequência de imagens, o tempo parece ter sido sugado de tal maneira, que enquanto na página anterior ainda me considerava uma criança no auge do meu ego, nesta já se projecta algo mais próximo do que sou neste momento.
A adolescência. Um cessar constante de metamorfoses, embora ainda sinta que nunca saí da soturna crisália.
Talvez porque nunca deixará de ser constante memória.
A adolescência. Um cessar constante de metamorfoses, embora ainda sinta que nunca saí da soturna crisália.
Talvez porque nunca deixará de ser constante memória.
o que ana fez
A morte espera-nos do fundo do copo.
Silenciosamente apercebemo-nos da ridícula barreira com que nos deparamos.
Aquele círculo é o pano de fundo encarnado que esconde a verdadeira cena, o verdadeiro acto suplicante.
Tem-se um certo pressentimento que algo se repete, talvez seja apenas nas palavras.
Por vezes a última gota, é deixada para trás, no fundo de um copo. Posteriormente ganha-se a sensação martirizante de um abandono inacabado.
Que bem que sabe um pouco de propositada angústia nos nossos dias.
Silenciosamente apercebemo-nos da ridícula barreira com que nos deparamos.
Aquele círculo é o pano de fundo encarnado que esconde a verdadeira cena, o verdadeiro acto suplicante.
Tem-se um certo pressentimento que algo se repete, talvez seja apenas nas palavras.
Por vezes a última gota, é deixada para trás, no fundo de um copo. Posteriormente ganha-se a sensação martirizante de um abandono inacabado.
Que bem que sabe um pouco de propositada angústia nos nossos dias.
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