Um mísero e insignificante pormenor, desabrocha o botão de uma flor que só desperta no negrume da escuridão.
Os seus espinhos arranham a minha garganta, quando tentam que o seu veneno suba, infectando todo o campo sensível.
Uma máscara que agora não cobre apenas o olhar.
Cresce, sempre que aquele rancor aumenta.
Não conseguimos parar, a máscara asfixia-nos.
A Máscara do Ódio, deixou de ser máscara. Tornou-se no próprio rosto.
Mas há sempre um cavaleiro divino que nada teme em cortar as fortes silvas para sugar todo aquele veneno, que agora escorrega na minha face em forma de lágrimas.
O único a conseguir quebrar totalmente aquela hedionda anátema.